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sábado, 23 de junho de 2012

Degrau em degrau



A cada passo um recomeço,
Em cada passo uma incerteza.
A cada degrau uma barreira intransponível.
Confio demasiado e então sinto-me perdido!
Na solidão, imóvel e sem qualquer aconchego.
Varro do pensamento a desilusão e busco a saída.
Em mim encontro a resposta! Sempre está lá.
Mesmo que não a queira enxergar.
És tu! Sim claro, quem mais seria…
És o ar que respiro e o alimento do meu corpo,
O perfume sem cheiro que inebria e faz amar.
A mão que ampara, acarinha sem nada receber em troca…
O lar que recebe em teus braços,
Num sorriso que só eu posso enxergar.
Quem és afinal?
És imaginação minha ou de facto existes?
Fala comigo e conta esse brilho no olhar.
Sim vou subindo a esforço…
Na certeza de te encontrar.



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